coleta seletiva

O que considerar antes de adotar a coleta seletiva em condomínios?

A reciclagem é uma das práticas mais lembradas quando pensamos em como podemos ser mais sustentáveis no nosso dia a dia. Afinal de contas, basta adotar o costume de fazer a separação do lixo reciclável do comum em seus próprios lares. No caso de condomínios residenciais, não é diferente, pois eles apresentam uma alta concentração de moradores e, com isso, grande geração de resíduos.

A coleta seletiva em condomínios refere-se à coleta dos resíduos após a separação prévia pelas casas ou apartamentos, de acordo com o tipo de resíduo. Aqueles que são coletados podem ser recicláveis — papel, metal, plástico, papelão, caixa de leite etc. — ou não recicláveis (rejeitos). Aplicar essa prática traz resultados bastante positivos com relação à economia financeira e preservação do meio ambiente.

Neste post, listaremos alguns pontos que devem ser pensados e considerados antes de implementar um sistema de coleta seletiva no condomínio. Acompanhe!

Local de armazenamento

Uma parte essencial para o planejamento é averiguar a quantidade de materiais que o condomínio gera. Depois dessa avaliação e da escolha do espaço para armazenar e transportar o descarte feito pelos moradores, será necessário determinar quantos coletores serão colocados e também quais serão os modelos, além de cogitar a realocação de coletores que o condomínio já possui ou realizar orçamentos para a compra de novos.

É essencial que o ambiente permaneça sempre fechado e limpo, a fim de evitar o mau cheiro e a entrada de baratas, ratos, mosquitos e outros animais que possam colaborar para o surgimento de doenças. A utilização de contêineres de plástico — um equipamento mais fácil de gerir — é umas das soluções mais usadas pelos prédios.

Análise de riscos

Apesar de essa ser uma preocupação que aparenta ser banal, não custa lembrar que a coleta seletiva refere-se ao acúmulo de inúmeros tipos de materiais, dos mais simples até os bastante tóxicos — ou, até mesmo, radioativos.

Logo, o ideal é que o condomínio faça um contrato com uma seguradora, e a deixe informada sobre cada tipo de material que foi separado para a coleta, a fim de que possa existir uma indenização em situação de acidentes e outros transtornos decorrentes dessa operação.

Recursos necessários

Primeiramente, para colocar em andamento esse projeto é preciso adquirir lixeiras com divisão de cores, de forma que a separação e o recolhimento do lixo sejam realizados com praticidade. Inclusive, enfatize a ideia de que lâmpadas, pilhas e baterias não são recicláveis, devido ao fato de serem tóxicas.

Para realizar a coleta, é importante contar com grupos terceirizados, ONGs ou a própria prefeitura do município, com o intuito de que o lixo seja recolhido e transportado para um local apropriado. Essa é uma medida que assegura mais segurança no momento de manusear produtos químicos e materiais inflamáveis.

Por fim, com o processo de coleta seletiva em condomínios sendo feito da forma correta, é possível mensurar alguns dados e resultados, e saber quais são os ganhos com a implantação da prática sustentável. Também é essencial expor tais resultados a todos do condomínio, para conseguir manter a regularidade do trabalho. Após a implantação da coleta seletiva, deve-se monitorar o trabalho e, se for preciso, fazer intervenções e atualizações.

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